Para adotar um programa de prevenção bem-sucedido em uma operadora de plano de saúde é preciso, antes mesmo de convencer o cliente a participar, mostrar à instituição os benefícios que os programas podem trazer. A afirmação é do diretor Comercial do Grupo São Cristóvão, Luiz Antonio Pereira Martinho, que será um dos palestrantes do XI Congresso Nacional das Operadoras Filantrópicas de Planos de Saúde, que acontece entre os dias 24 e 26 de agosto, em Florianópolis (SC), simultaneamente ao 38º Encontro Catarinense de Hospitais.

De acordo com Martinho, além de cuidar da qualidade de vida do cliente, os programas influenciam na redução dos custos por meio da gestão consciente da prevenção, isto é, um beneficiário integrado à um programa de prevenção, torna o monitoramento sobre ele muito mais efetivo, tanto em relação aos custos assistenciais per capita, como em relação à eficácia do resultados dos tratamentos e procedimentos em que este beneficiário é submetido.

Mas ele lembra que é preciso fazer investimentos: treinamento e capacitação das equipes são fundamentais. “Além disso, a composição da equipe é extremamente importante na gestão dos programas de prevenção”, alerta. No São Cristovão, um dos investimentos mais importantes em estratégias de conscientização dos clientes está relacionado com premiações para os beneficiários que aderirem aos programas, especialmente as premiações nas reduções dos valores pagos nos planos. “Na prática, quem adere e permanece em um programa de prevenção, faz jus à um desconto considerável nos valores pagos mensalmente no plano de saúde de um beneficiário”, explica o diretor.

No Grupo São Cristóvão, há um Centro de Prevenção e Reabilitação à Saúde, onde são aplicadas 30 atividades terapêuticas, sendo 19 de reabilitação e 11 de prevenção. “Também temos um outro programa que está fortemente relacionado com os planos empresariais: o “Empresa com Saúde”. Na prática, o perfil de uma empresa que adere ao plano é traçado e em cima disso, um plano específico de prevenção é aplicado, visando reduzir, principalmente, os custos assistenciais. A resultante desse esforço é um menor reajuste anual para empresas acima de 30 vidas; melhor controle de absenteísmo, maior produtividade; e, principalmente, funcionários mais saudáveis”, relata.

Ainda assim, Martinho reforça que, tanto os resultados, quanto o tempo de implementação de qualquer programa de prevenção demandam um longo prazo para serem completamente implementados.

A palestra “Programas de Prevenção à Saúde como forma de diminuir o custo Assistencial” acontece no segundo dia do evento, às 11h, na Sala Arvoredo.

Faltam 16 dias para começar o XI Congresso Nacional das Operados Filantrópicas de Planos de Saúde/38º Encontro Catarinense de Hospitais! Ainda dá tempo: faça sua inscrição aqui!